50 coisas que você tem que fazer no Rio pelo menos uma vez na vida.

O site Guia da Semana listou 50 coisas que todo mundo tem que fazer ao menos uma vez no Rio de Janeiro, os podrões obviamente não ficarem de fora:

COMER ESFIHA NO ÁRABE DO LARGO DO MACHADO

Esfiha Árabe no Largo do Machado

A Rotisseria Sirio Libaneza, mais conhecida como o Árabe do Largo do Machado, fica dentro da galeria comercial à esquerda da estação de metrô. Toda a variedade de culinária árabe lá é bem servida, mas as esfihas e os kibes são realmente lendrários!

Onde: Largo do Machado, 29 – lojas 16-19 e 32-33

BEBER MATE GELADO E COMER BISCOITO GLOBO NA PRAIA

Biscoite e Mate na praia.

Dois patrimônios cariocas, o mate gelado, vendido no galão, e o biscoito de polvilho da marca Globo, são os mais vendidos nas areias. A única dúvida que sobra é se prefere do saquinho doce ou salgado.

LARICA DA MADRUGADA NO CATARINA

LARICA DA MADRUGADA NO CATARINA

Uma dissidência entre os sócios fez com que o Fornalha se separasse e cada parte ficasse com algumas lojas. As mais famosas, como a da  Mesmo com toda essa confusão, continua sendo a melhor opção para a madrugada. São salgadinhos fresquinhos, como coxinha, croquetes, pães de queijo e empadas.

Onde: Praia de Botafogo, 122 – Flamengo

INFARTAR COM A BATATA FRITA DE MARECHAL

Batata de Marechal

Uma lenda do subúrbio, a batata frita vendida no bairro de de Marechal Hermes já foi pauta de periódicos e atrai curiosos de várias partes do Rio. Oficialmente ADM lanches, o cliente pode escolher inúmeros acompanhamentos, como frango, calabresa, cheddar e muito mais.

Onde: Rua João Vicente, 1543 – Marechal Hermes

Confira a lista completa: http://www.guiadasemana.com.br/turismo/noticia/50-coisas-que-voce-tem-que-fazer-no-rio-de-janeiro-pelo-menos-uma-vez-na-vida

About the Author:

Olá, meu nome é Yury Roberto e em 2010, quando tinha 87 kgs, comprei esse domínio. foi caminho sem volta. Sou desenvolvedor de sistemas, faço faculdade de Gestão de projetos, gosto de esportes, comer besteira, praia, natureza... e acabei de descobrir o quão difícil é escrever um texto sobre si num trem lotado.